FERRETTI WEAR 2026 - SOMOS AS CORES

Marca brasiliense apresenta 30 looks em desfile no Dunia Hall e propõe uma reflexão sobre cor, autenticidade, consumo consciente e o poder de vestir aquilo que faz sentido para cada pessoa.

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9/4/20263 min read

SERVIÇO
Desfile Ferretti Wear 2026 - Somos as Cores
26 de setembro de 2026, às 19h | Dunia Hall - Brasília, DF
30 looks | 30 modelos
After: a partir das 20h, na Ferretti Wear - CLN 102 Norte, Asa Norte
Público estimado entre desfile e after: 400 pessoas

É a partir dessa provocação que a Ferretti Wear apresenta, no dia 26 de setembro, às 19h, no Dunia Hall, em Brasília, seu novo desfile. A marca brasiliense criada pelo estilista SALOMÃO FERRETTI leva à passarela 30 looks e uma coleção que questiona por que, em uma sociedade cada vez mais atravessada por fórmulas de comportamento, aparência e pertencimento, tantas pessoas deixaram de vestir aquilo de que realmente gostam.

A cor aparece como linguagem. Verde, roxo, laranja, azul e amarelo encontram diferentes subtons, color blocking, estampas e texturas. Linho, viscose de gramaturas especiais, slub, algodão ecologicamente correto e lese 3D em algodão convivem com crochê, macramê, acessórios produzidos com resíduos de acrílico e elementos de artesania. Apesar da potência visual, a coleção não propõe roupas para ocasiões extraordinárias. Conforto, elegância e atemporalidade permanecem como fundamentos da Ferretti Wear. Shorts, camisas, vestidos, chemises, pantalonas, alfaiataria e outras formas conhecidas são reinterpretadas para o verão brasileiro e para diferentes possibilidades de uso. “Nenhuma roupa é para todo mundo. Corpos, rotinas, gostos e histórias são diferentes. A roupa só se torna memorável quando faz sentido para quem a veste. O conhecimento de moda é poder, o estilo é poder e a autenticidade também é poder”, afirma SALOMÃO FERRETTI. O casting acompanha essa perspectiva. Entre os 30 modelos estarão new faces, modelos com trajetória internacional, artistas, clientes da Ferretti Wear, pessoas de diferentes idades e pessoas com deficiência. Não como categorias isoladas, mas como parte dos diferentes corpos e histórias que ocupam a cidade.

Brasília também atravessa a narrativa. O concreto e o brutalismo da capital funcionam como contraponto à cor e à individualidade. O desfile será acompanhado por um set produzido em Brasília, combinando referências de brasilidade, MPB, elementos industriais e referências à própria cidade. Depois da passarela, a experiência deixa o Dunia Hall e segue para a Ferretti Wear, na CLN 102 Norte, onde, a partir das 20h, moda, música, DJs, designers locais, marcas parceiras e convidados transformam o conceito apresentado na passarela em ocupação e encontro. Para SALOMÃO FERRETTI, a discussão não está em romper padrões simplesmente por rompê-los, nem em transformar a Ferretti Wear em uma marca “futurista” ou “disruptiva”. Está em recuperar uma liberdade que sempre pertenceu às pessoas. “A Ferretti Wear existe porque ainda existem pessoas que querem ser autênticas. A roupa pode ser preta, colorida, básica ou maximalista. O importante é que faça sentido para você. Somos as cores da sociedade que construímos.”

Qual cor você deixou de vestir para caber em algo que não é o seu papel no mundo?

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